quinta-feira, 27 de junho de 2013

Hacker Jake Davis deixa a prisão e agora enfrenta 'proibições tecnológicas'

O hacker Jake Davis, de 20 anos, acaba de deixar uma unidade de internação para jovens infratores na Inglaterra, após cumprir pena por integrar o grupo LulzSec.
Há cerca de dois anos, o LulzSec ganhou notoriedade ao reivindicar responsabilidade por uma série de ataques cibernéticos de alta visibilidade, incluindo contra os sites da CIA e da Sony.
Davis ficou 37 dias preso. Em 2012, ele havia sido sentenciado a 24 meses – mas usou um localizador eletrônico por 21 meses, que contou para reduzir seu tempo detido.
Mas apesar da liberdade, como parte de sua pena, ele agora enfrenta uma série de limitações na hora de usar a internet.
O jovem está proibido, por exemplo, de entrar em contato com membros do grupo, criar arquivos criptografados, apagar dados ou deletar seu histórico na internet.

Diário nerd

Em entrevista à BBC, Davies contou sobre sua experiência no centro de detenção. Disse que está planejando lançar um livro sobre seus dias detidos e fazer um filme sobre a internet.
Ele contou que, durante esse período, escreveu o que chamou de "diário nerd", usando apenas caneta e papel, que espera ser publicado em breve.
Já no Twitter, ele vem fazendo piadas sobre seu tempo preso.
"Fui demitido do cargo de faxineiro da prisão por passar pano próximo demais de um computador. Esses rodos ensopados e perigosos, não se engane, são uma ameaça séria ao GCHQ", tuitou, em referência ao órgão britânico de inteligência responsável pela segurança e espionagem nas comunicações do país.

Projetos

Atualmente, Davis está morando em Islington, no norte de Londres, de onde diz estar trabalhando em diversos projetos.
Entre eles estariam discussões sobre um projeto com a empresa de filmes de arte contemporânea Artangel, que confirmou que está em fase de conversações com o hacker.
A longo prazo, ele disse que está escrevendo o roteiro de um filme de ficção sobre a internet para a produtora Fly Film – que não foi encontrada para confirmar a informação.
Durante seu julgamento, a promotoria disse que as ações do LulzSec foram "covardes e vingativas".
"O prejuízo que eles causaram era previsível, amplo e proposital", disse o advogado Andrew Hadik. "Esse caso deve servir de alerta para outros cibercriminosos que eles não são invencíveis."

Matéria de "Dave Lee"
Repórter de tecnologia da BBC News

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Livro visto com hacker vira mais vendido na Amazon Reino Unido


Livro visto com hacker vira mais vendido na Amazon Reino Unido


    O hacker Jake Davis, 18 anos, apareceu com o livro  Free Radicals: The Secret Anarchy of Science , de Michael Brooks, para que ele virasse um .... Foto: AFP
    O hacker Jake Davis, 18 anos, apareceu com o livroFree Radicals: The Secret Anarchy of Science, de Michael Brooks, e logo ele virou um best-seller

    Uma simples aparição de Jake Davis, jovem de 18 anos acusado de ser o hacker Topiary, líder do grupo LulzSec, com o livro Free Radicals: The Secret Anarchy of Science, de Michael Brooks, para que ele virasse um best-seller. Desde a participação de Davis em uma audiência em um tribunal de Londres, na segunda-feira, a obra subiu surpreendentes 2.627 pontos na lista de mais vendidos da Amazon Reino Unido e passou a ocupar a posição de número 182. As informações são doDaily Mail
    Davis mora em um pequeno chalé em um conjunto habitacional nos arredores da Lerwick, que já foi apelidado de "hack shack", ou cabana hacker. Sua família disse que ele sofre de autismo e foi forçado a sair da escola por bullying, levando-o a se esconder em um mundo onde seus amigos só estavam online. Quando a polícia foi à casa de Davis, na última quarta-feira, eles descobriram um laptop rodando mais de 40 programas.

    Livro visto com hacker vira mais vendido na Amazon Reino Unido
    02 de agosto de 2011  16h26

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    O hacker Jake Davis, 18 anos, apareceu com o livro  Free Radicals: The Secret Anarchy of Science , de Michael Brooks, para que ele virasse um .... Foto: AFP
    O hacker Jake Davis, 18 anos, apareceu com o livroFree Radicals: The Secret Anarchy of Science, de Michael Brooks, e logo ele virou um best-seller
    Foto: AFP

    Uma simples aparição de Jake Davis, jovem de 18 anos acusado de ser o hacker Topiary, líder do grupo LulzSec, com o livro Free Radicals: The Secret Anarchy of Science, de Michael Brooks, para que ele virasse um best-seller. Desde a participação de Davis em uma audiência em um tribunal de Londres, na segunda-feira, a obra subiu surpreendentes 2.627 pontos na lista de mais vendidos da Amazon Reino Unido e passou a ocupar a posição de número 182. As informações são doDaily Mail
    Davis mora em um pequeno chalé em um conjunto habitacional nos arredores da Lerwick, que já foi apelidado de "hack shack", ou cabana hacker. Sua família disse que ele sofre de autismo e foi forçado a sair da escola por bullying, levando-o a se esconder em um mundo onde seus amigos só estavam online. Quando a polícia foi à casa de Davis, na última quarta-feira, eles descobriram um laptop rodando mais de 40 programas.

    terça-feira, 2 de agosto de 2011

    ANON+: A rede social dos hackers excluidos pelo Google.


    O grupo hacker Anonymous, responsável por inúmeros ataques a sites de grandes empresas e autoridades, lançou a sua própria rede social, em anúncio feito em post no Twitter. Um dos alegados motivos para a criação da rede é um protesto à exclusão de perfis de integrantes do grupo no Google+. Por isso, a nova rede foi batizada de Anon+.
    O site ainda está em desenvolvimento, mas explica os objetivos da criação da rede e algumas ideias do grupo Anonymous. "A rede social é essencialmente o painel dos ativistas", diz uma frase na página de apresentação da rede (anonplus.infiniteserve.com).
    De acordo com o Anonymous, o Anon+ permitirá "um intercâmbio através de moeda alternativa, sem alimentar aquelas empresas que desejam estrangular o salário do cidadão comum, sem uma consciência". A promessa do grupo é desenvolver um "sistema de trocas" por meio do site, onde as pessoas poderiam gerar sua própria renda via energia eólica, solar e geotérmica, sem revelar especificamente como funcionará o sistema. No entanto, a moeda referida é a BitCoin (unidade monetária exclusivamente da internet sem mediação de Banco Central ou outra autoridade).
    O site do projeto protesta generalizadamente contra os governos e redes sociais convencionais como o Google+. Também promete promover uma alternativa com a rede social, citando mais de uma vez que o ambiente é livre de custo e de censura. "É um ambiente formatado para 'ciberanarquia' onde as pessoas manterão a paz por meio do entendimento, e não pela força ou ameaça", afirma.
    A rede social teria sido criada em apenas 13 dias e elaborada a partir das casas dos hackers. Ela terá fórum de discussão, plataforma para chats, mecanismo para compartilhamento de documentos e veiculação de informações e notícias sobre hackers.
    O Anonymous diz que não tem necessariamente uma "estrutura", mas se defende razoavelmente bem de ataques por conta do conhecimento de seus membros. O grupo ainda promete que a rede social atualizará as pessoas técnicamente sobre tecnologia. "Nós não estamos tentando voltar atrás com nada, mas criar nosso pedacinho na internet", afirmam os hackers.


    ANON+: A rede social dos hackers excluidos pelo Google.


    O grupo hacker Anonymous, responsável por inúmeros ataques a sites de grandes empresas e autoridades, lançou a sua própria rede social, em anúncio feito em post no Twitter. Um dos alegados motivos para a criação da rede é um protesto à exclusão de perfis de integrantes do grupo no Google+. Por isso, a nova rede foi batizada de Anon+.
    O site ainda está em desenvolvimento, mas explica os objetivos da criação da rede e algumas ideias do grupo Anonymous. "A rede social é essencialmente o painel dos ativistas", diz uma frase na página de apresentação da rede (anonplus.infiniteserve.com).
    De acordo com o Anonymous, o Anon+ permitirá "um intercâmbio através de moeda alternativa, sem alimentar aquelas empresas que desejam estrangular o salário do cidadão comum, sem uma consciência". A promessa do grupo é desenvolver um "sistema de trocas" por meio do site, onde as pessoas poderiam gerar sua própria renda via energia eólica, solar e geotérmica, sem revelar especificamente como funcionará o sistema. No entanto, a moeda referida é a BitCoin (unidade monetária exclusivamente da internet sem mediação de Banco Central ou outra autoridade).
    O site do projeto protesta generalizadamente contra os governos e redes sociais convencionais como o Google+. Também promete promover uma alternativa com a rede social, citando mais de uma vez que o ambiente é livre de custo e de censura. "É um ambiente formatado para 'ciberanarquia' onde as pessoas manterão a paz por meio do entendimento, e não pela força ou ameaça", afirma.
    A rede social teria sido criada em apenas 13 dias e elaborada a partir das casas dos hackers. Ela terá fórum de discussão, plataforma para chats, mecanismo para compartilhamento de documentos e veiculação de informações e notícias sobre hackers.
    O Anonymous diz que não tem necessariamente uma "estrutura", mas se defende razoavelmente bem de ataques por conta do conhecimento de seus membros. O grupo ainda promete que a rede social atualizará as pessoas técnicamente sobre tecnologia. "Nós não estamos tentando voltar atrás com nada, mas criar nosso pedacinho na internet", afirmam os hackers.


    quarta-feira, 13 de julho de 2011

    Anonymous entrou nos sistemas do Departamento de Defesa dos EUA


    Pirataria



     O grupo Anonymous entrou nos sistemas da empresa Booz Allen Hamilton, que presta serviços ao Departamento de Defesa dos EUA e da Administração americana de Segurança Nacional.
    O colectivo hacker deixou a descoberto 90 mil contas de e-mail de Marines e de membros da Força Aérea

    O colectivo hacker deixou a descoberto 90 mil contas de e-mail de Marines e de membros da Força Aérea e pôs igualmente a descoberto importante código-fonte - tendo este sido apagado dos servidores da empresa - e ficou com credenciais digitais e dados protegidos que o poderá ajudar a atacar outros sistemas governamentais.


    A acção foi baptizada de Military Meltdown Monday e depois do ataque a informação compilada esteve disponível no site The Pirate Bay.


    O grupo justifica a sua acção dizendo que a Booz Allen participou num concurso público de contratos governamentais que esteve minado por acções de corrupção e escutas telefónicas sem ordem judicial.


    A empresa Booz Allen não comentou esta acção dos hackers.


    Os Anonymous são um grupo com uma estrutura pouco definida, que se reúne em fóruns e sistemas de chat e cujos elementos têm recentemente colaborado uns com os outros em acções de activismo. Ficaram mundialmente conhecidos por terem atacado vários sites de empresas que se recusaram a receber doações para a Wikileaks, como o PayPal e a Master Card.


    Esta operação ocorre depois das acções dos “rivais” da Anonymous, o colectivo LulzSec, ter igualmente atacado grandes empresas e organizações bem como os próprios membros da Anonymous.

    sexta-feira, 8 de julho de 2011

    Hacker´s - Kevin Mitnick

    Escuta telefônica: "Ex-hacker" grampeia celular de jornalista

    Por Redação do IDG Now!

    Publicada em 08 de julho de 2011 às 08h43
    Atualizada em 08 de julho de 2011 às 08h49

    Para mostrar como é fácil capturar informações de chamadas, o especialista em segurança Kevin Mitnick acessou dados de repórter da CNET.

    Neste domingo (10/7), o tablóide britânico News of the World terá sua última edição impressa. O jornal vai acabar por conta de um escândalo que envolveu acesso indevido aos celulares de vítimas de atentados, políticos e celebridades.
    Para mostrar como é fácil ter acesso a esse tipo de dado, Kevin Mitnick, reconhecido no passado como o maior hacker do mundo (e hoje consultor de segurança), topou o desafio da jornalista Elinor Mills, da CNET, e mostrou como é fácil, segundo ele, invadir o sistema de mensagens de um smartphone.
    De posse apenas do número do celular da jornalista, ele ligou pouco depois em uma conference call (chamada que inclui mais de uma pessoa). Digitou um número e colocou um código. Depois, entrou o código de área e o número de Elinor. A seguir, as mensagens de voz armazenadas na caixa da jornalista começaram a ser ouvidas. Esse tipo de dado foi o mesmo capturado no escândalo de grampos do News of the World.
    Para conseguir isso, o especialista escreveu um script com o auxílio de um software de telecomunicações e usou um provedor que pemitiu configurar a identificação de quem faz a chamada. Feito tudo isso, foi possível a ele se passar pelo dono do aparelho e obter o conteúdo, técnica conhecida como Caller ID Spoofing